Réveillon

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A Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb) recolheu 289 toneladas de resíduos da Orla da capital baiana, entre São Tomé de Paripe e Ipitanga, na virada do ano. O número é 68% maior se comparado à quantidade de lixo retirada do litoral soteropolitano entre o dia 31 de dezembro a 1º de janeiro no Réveillon 2016/2017.

“Isso reflete a maior ocupação da Orla nesse período, que passou por uma profunda requalificação do espaço público promovida pela Prefeitura. Desde outubro, foram realizadas ações dentro da Operação Verão, com os preparativos para enfrentar as festas de alta estação e o Festival Virada Salvador, não apenas na Boca do Rio, mas ao longo de toda a Orla da cidade”, pontua o presidente da Limpurb, Kaio Moraes.

O órgão municipal realizou uma operação especial nas praias da cidade, em paralelo às ações que ocorreram na Boca do Rio. Os esforços permitiram que as praias ficassem limpas após cinco horas de serviço. “Foram mais de 1,4 mil colaboradores envolvidos e mais de 140 equipamentos utilizados para que logo cedo, no primeiro dia do ano, os banhistas pudessem aproveitar e curtir um ambiente limpo”, frisou Moraes.

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Um dos pontos destacados pelos trabalhadores é a vistoria para evitar a entrada de itens proibidos

Os 450 vendedores ambulantes que trabalharam durante os cinco dias do Festival Virada Salvador 2018 avaliaram positivamente o evento e comemoraram o aumento das vendas em relação ao mesmo período do ano passado. Os permissionários também destacaram o cuidado com as revistas para o acesso ao evento.

Conforme o presidente da Associação de Vendedores Ambulantes, Feirantes e Microempreendedores Individuais de Salvador e Região Metropolitana (Assidivam), Rosimario Lopes, o aumento das vendas foi de, pelo menos, 30%, um bom desempenho de acordo com avaliação da categoria. Outro ponto de destaque foi o esquema de revistas na entrada da festa, que deu mais segurança aos permissionários.

“Conversamos com os ambulantes que atuaram na festa e o balanço foi muito positivo. Eles ficaram surpresos. Gostaram também do cuidado e prevenção. Os vendedores ambulantes vão para trabalhar e buscar recursos para sustentar as suas famílias, e quando a Prefeitura se preocupa conosco é muito bom para nossa categoria”, disse Rosimario, em relação à revista diária.

Feliz com o aumento das vendas e com a qualidade do novo espaço, a ambulante Maria Benedita Paixão Cerqueira, 56 anos, destacou a organização como o grande diferencial da Arena Daniela Mercury, onde aconteceram os shows. “Essa estrutura nem se compara com a do ano passado. Aqui é bem melhor que lá na Praça Cairu, em relação a tudo. As vendas aumentaram e a organização nem se fala, temos mais espaço para trabalhar, sem aquele empurra-empurra”, afirmou Maria Benedita.

“Aqui minhas vendas aumentaram cerca de 40% em relação ao ano passado lá na Praça Cairu”, disse a ambulante Edna da Conceição, 39 anos. Entre um cliente e outro ela, conseguia conversar um pouco com a equipe de reportagem, sempre muito atarefada. “Aqui 'tá' uma correria, como você está vendo. Muita gente 'pra' comprar, e isso é bom. Claro que ainda faltam algumas melhorias, mas esse espaço é ótimo”, completou.

Segurança – Quem foi ao Festival Virada Salvador passou, obrigatoriamente, por uma revista que impedia que armas e itens proibidos entrassem no espaço da festa. Foram vetadas a entrada de bebidas, materiais perfurocortantes e que poderiam servir como arma branca, a exemplo de guarda-chuvas, pau de selfie e demais objetos que oferecessem risco ao público. As revistas foram feitas com detectores de metais por policiais militares nos três portais de abordagem.

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Os documentos encontrados pela Guarda Civil Municipal (GCM) durante o Festival Virada Salvador, realizado na Orla da Boca do Rio, serão devolvidos aos donos até a próxima segunda-feira (8). O serviço ocorre na sede do órgão, localizado na Avenida San Martin, das 9h às 16h. O prazo do atendimento, que estava previsto para até sexta (5), precisou ser estendido por conta da quantidade itens achados no circuito da festa.

A GCM contabilizou 797 documentos perdidos nos cinco dias de festival. Desse montante, 109 foram devolvidos na unidade da Guarda, instalada na Arena Daniela Mercury. O restante da documentação, 688 itens, foi catalogado e lançado no site da instituição. Os principais documentos encontrados foram RG, CPF, título de eleitor e cartões de crédito.

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O Festival Virada Salvador 2018 foi a maior festa de réveillon da história da capital baiana. Com novo local – a Boca do Rio, que substituiu o tradicional Comércio, no Centro Histórico – a variedade de shows e atrações conseguiu reunir um público de cerca de 2 milhões de pessoas, de soteropolitanos a visitantes de diversas partes do Brasil e do mundo, durante os cinco dias de festa. Somente na noite do dia 31, a contagem regressiva contou com a presença de 750 mil cidadãos. E o melhor: sem ocorrências graves e em clima de paz.

O prefeito ACM Neto avaliou que a festa foi aprovada por todos e que o local deverá ser consolidado como o principal espaço para eventos públicos a céu aberto da capital. “O melhor de tudo: foi uma festa que projetou Salvador para o Brasil e para o mundo, trouxe uma excelente repercussão para a cidade, gerou empregos, movimentou a nossa economia e aconteceu em um clima de paz e tranquilidade absolutas. Não tivemos qualquer tipo de incidente, seja no acesso ou mesmo dentro desse novo espaço, o que, é óbvio, consolida a Boca do Rio como um novo local para eventos de grande porte”, afirmou.

O presidente da Empresa Salvador Turismo (Saltur), Isaac Edington, ressaltou que o desafio para os próximos anos é melhorar ainda mais a experiência da Arena na Boca do Rio, tanto em termos de atrações quanto de acessibilidade. “Queremos diversificar ainda mais a experiência das pessoas no local com mais atrativos de lazer, já que o espaço permite colocarmos mais itens além da roda gigante, da tirolesa e das estruturas gastronômicas e de artesanato. A intenção também é de fazer uma grade de shows ainda melhor, proporcionar mais acessibilidade no transporte e nos portais de acesso, dentre outros itens.”

Edington completou ainda que a Prefeitura pretende atrair mais eventos para a Boca do Rio, sejam eles realizados pela própria administração municipal quanto através de concessão à iniciativa privada. “Além disso, o Festival Virada Salvador possibilitou a valorização dos artistas da terra por meio da grande divulgação do evento, o que contribui para o fortalecimento da produção cultural da cidade”, finalizou.

Dentre os principais números dos cinco dias de festa, foram transportadas cerca de 1 milhão de pessoas por meio de ônibus, táxis e mototáxis; foram vendidas mais de 6 mil cartelas de estacionamento; quase 200 toneladas de resíduos coletados; 797 documentos encontrados; 16.267 crianças identificadas e 62 delas acolhidas. O setor hoteleiro registrou 100% de ocupação dos leitos para o Réveillon na região da orla – melhor resultado dos últimos anos. A estimativa é de que R$405 milhões tenham movimentado a economia local, e 410 mil turistas passaram a virada de ano na cidade.

SALTUR

Público – 2 milhões de pessoas nos cinco dias de festa. Ponto alto: dia 31/12 – 750 mil pessoas na Arena Daniela Mercury.

Tirolesa – 3,5 mil pessoas / média de 700 pessoas por dia.

Roda Gigante – 45 mil pessoas / média de 10 mil pessoas por dia.

Food Trucks – Média de 30 mil pessoas atendidas – melhor resultado das últimas três viradas.

Feira Criativa – Foram 40 estandes e todos registraram 100% de produtos vendidos.

Vila Pelô – Mais de 14 mil unidades de alimentos vendidos.

TRANSALVADOR

Estacionamento – 6.171 cartelas vendidas / 4.319 no Aeroclube e 1.852 nas áreas Zona Azul.

Fiscalização – 179 autuações, 81 remoções e três acidentes, com uma vítima.

Operação Lei Seca – 322 abordagens, com emissão de 34 autuações e oito remoções de veículos.

Veículos - 81.604 circularam pelo local nos cinco dias de festa.

Fluxo – Na quinta e sexta-feiras (28 e 29), o trânsito apresentou boa fluidez. No sábado (30), foram verificadas pequenas retenções no final dos shows, devido à travessia de pedestres. No domingo (31), pequenas retenções nas proximidades do evento durante a chegada do público e logo após a queima de fogos.

SEMOB

- 1 milhão de pessoas transportadas pelo Sistema de Transporte Público de Salvador (ônibus, táxis e mototáxis).

- 970 mil passageiros utilizaram ônibus; 18 mil circularam de táxi e 10 mil por mototáxi.

Operação – 43 linhas e 700 ônibus. No dia 31, foram disponibilizados ainda mais 200 veículos para as estações de transbordo.

SEMOP

Ordenamento de ambulantes

- 450 ambulantes licenciados;

- 104 agentes de fiscalização;

Baixo quantitativo de apreensões.

Salvamar

- 24 agentes na Praia da Boca do Rio;

- 33 pré-afogamentos (três no local do evento);

- Três encaminhamentos para o posto médico da Arena.

Poluição sonora

- Sem infrações na Arena Daniela Mercury;

- 44 ordens de serviço do Fala Salvador em Itapuã, Boca do Rio, Sussuarana, Pituba e Bonfim.

Iluminação

- 56 ocorrências na Arena Daniela Mercury;

- Tempo médio de atendimento: 56 minutos

- 1 mil projetores de 400 a 1.000w

- 1.300 luminárias "low bay" (indicada para interiores)

- 7km de iluminação complementar

- 150 profissionais

LIMPURB

- 198,5 toneladas de resíduos coletados;

- 122 ações de vandalismos nos sanitários químicos e contêineres climatizados, como acentos, vasos e torneiras quebradas, portas arrancadas e papeleiras danificadas;

- 1.662.000 litros de água e 3.884 litros de sabão utilizados;

- 232 colaboradores e 42 equipamentos envolvidos.

GUARDA MUNICIPAL

- 5.000 cartilhas informativas distribuídas;

- 16.267 crianças identificadas;

- 15 crianças perdidas e entregues aos responsáveis;

- 20 crianças foram encaminhadas ao Conselho Tutelar ou outro órgão responsável;

- 797 documentos e pertences pessoais achados e catalogados / 109 devolvidos durante o evento;

- 2.023 atendimentos – aumento de 552,6%, em comparação ao mesmo período do Réveillon do ano anterior, quando houve 310.

- 44 ocorrências – aumento de 175% em comparação ao mesmo período do Réveillon do ano anterior, quando houveram 16.

- Ocorrências mais comuns: prestação de socorro (10), intervenções em vias de fato (8), uso ou porte de substâncias ilícitas (5), furto a transeunte (4), agressão física/verbal (3), desordem (2), dentre outros.

OUVIDORIA

Fala Salvador – 94 registros (40,23% foram de informações/orientações e 43,68% foram de solicitação de serviço).

Mais demandas – Transalvador, Semop e Saltur.

SPMJ

Acolhimento – 62 crianças (34 meninos e 28 meninas)

Faixa etária – 28 com faixa etária de 0 a 6 anos; 22 com faixa etária de 7 a 11 anos; e 12 jovens de 12 a 17 anos.

Encaminhamentos –53 por meio do Conselho Tutelar; seis por meio de abordagem social e três por demanda espontânea.

SEMPS

- 533 atendimentos realizados

- 12 crianças e adolescentes em trabalho infantil

- 94 crianças e adolescentes em situação de risco social

- 117 crianças identificadas com pulseirinha

- 3.200 pessoas sensibilizadas pela campanha “Criança não é mão de obra”

DEFESA CIVIL

- 12 profissionais envolvidos (dentro e fora da Arena Daniela Mercury)

- 41 ocorrências nos cinco dias de festa

- Vistoria de estruturas e possibilidades de risco, boletins aos órgãos e acompanhamento da queima de fogos.

PREFEITURAS-BAIRRO

- 5 mil panfletos distribuídos sobre os serviços do órgão;

- 619 atendimentos (orientação, reclamação e sugestão);

- Apoio a uma criança perdida;

- Identificação e cuidado do entorno da festa.

COMUNICAÇÃO

- 40 matérias, notas e sugestões de pauta diariamente;

- 80 vídeos;

- 3 mil fotografias;

- 50 áudios;

- Envio de material e intermediação de fontes para imprensa local, regional e nacional.

Facebook da Virada

- 10 milhões de pessoas alcançadas;

- Mais de 500 mil manifestações, entre curtidas, comentários e compartilhamentos;

- Mais de 1 milhão de visualizações;

- Mais de 51 mil visitas ao perfil.

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Mesmo com medo de altura, a diarista Zefira Silva, 40 anos, se divertiu na roda gigante instalada no coração da Arena Daniela Mercury durante o Festival Virada Salvador. “Foi um passeio maravilhoso, a vista é uma coisa linda, deu para curtir demais. Me senti segura, lá é fechado e não dá medo”, assegurou Zefira, após um passeio de tirar o fôlego não apenas pela aventura, mas pelo visual deslumbrante que a experiência proporciona.

Nos cinco dias de festa, pelo menos 45 mil pessoas andaram na roda gigante e 3,5 mil saltaram na tirolesa. Gratuitos, os dois equipamentos atenderam ao público durante o evento como uma alternativa de lazer entre um show e outro, sem dar espaço para o cansaço de quem se aventurou a encarar as 70 horas de shows, com 35 atrações durante o festival.

Com 36 metros de altura, a roda gigante comportava até 140 pessoas em cada passeio, distribuídas em 24 gôndolas – sendo uma com acessibilidade para uma cadeira de rodas com acompanhante – com limite de quatro pessoas em cada uma. Cada participante tem direito a uma volta.

Formada por duas plataformas, sendo uma de partida com 12 metros de altura e outra de chegada com três metros, além de um cabo de aço de aproximadamente 80 m de percurso, a tirolesa levou emoção ao público. O usuário que brincou no equipamento chegou a atingir velocidade de 30km/h.

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“Já estou muito grata por colocar o meu pé direito aqui e cantar no primeiro dia do ano na minha cidade. Já é emocionante só de falar”, disse a sambista Mariene de Castro, uma das atrações da última noite do Festival Virada Salvador, em coletiva à imprensa. A artista promete a melhor energia para começar 2018.

Mariane, que encerra os shows do evento, levou para o palco uma mistura de shows. “Teremos o Ribeirinha, Santo de Casa, Colheita, Ser de Luz, Abre Caminho. O que acontece antes é sempre uma expectativa, estou ansiosa, se pudesse já ia voando para o palco”.

Com 20 anos de carreira e sempre levando a devoção para as apresentações, Mariene destacou a importância da religiosidade para que o ano seja bom. “A fé é o que nos move. Independente de religião, levar a religiosidade ao palco transforma a fé num compromisso com a cultura, num movimento da identidade de um povo, do sincretismo e do encontro dos orixás”, concluiu.

 

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Neste primeiro dia de 2018, a alegria foi a principal moeda de troca entre Daniela Mercury e o público, que está longe de "arredar o pé" da arena que leva o nome da cantora, montada na Orla da Boca do Rio, para a celebração da chegada de 2018, no Festival Virada Salvador. Com o novo sucesso "Banzeiro", a rainha do axé não deixou o povo parar de dançar, com o samba-reggae tradicional, acrescido de todo o caldo cultural que marca as três décadas de arteira da artista, em mais uma edição do projeto Pôr do Som.

Sem tirar os olhos do palco, a aposentada Nilzete Marques, 68, diz amar a música da cantora, mas afirma que a maior estrela sob os holofotes é Claudio Henrique, seu neto, que compõe o time de percussionistas do grupo Quabales, que acompanha a madrinha da arena durante a apresentação desta noite. "Ele está lá em cima e sempre de olho na gente. É um ótimo menino e tem muito talento artístico. É a estrela da família", afirma a vovó coruja.

Tocando galope, reggae, funk, samba, rock e axé, Daniela confirmou no palco o motivo de Salvador ter sido reconhecida como Cidade da Música pela Unesco. Passeando de Carmen Miranda a Caetano, Gil e Brown, a artista saudou a terra natal, os orixás e brindou a chegada do ano novo pedindo paz a Oxalá, avisando que já já decola a máquina elétrica de Dodô e Osmar.

Pela primeira vez em Salvador e estreando na pipoca de Daniela, a estudante carioca Ana Cláudia Fidalgo de Moura, 53, chegou para o réveillon e só retorna à Belo Horizonte (MG), onde cursa Letras, depois do Carnaval. "Quero aproveitar toda essa energia de vocês. Já curto os quatro dias de festa e acho que estou preparada para a maratona do Carnaval. Só vou embora depois da folia de Momo, com os pés calejados e a alma lavada", diz.

Há 19 anos, a cantora mantém o projeto Pôr do Som. Neste ano, com dois convidados especiais: Balé Folclórico e a banda Quabales. “Esse é um espaço conquistado com muito esforço. São 19 anos, e alguns foram muito difíceis de realizar, mas conseguimos sempre dando um jeitinho de fazer esse show, que já virou uma tradição em nossa cidade. É um show especial, preparado para esse momento, para que possamos nos reconectar com nossas origens para começar o ano cheio de axé e energia positiva”, observa a cantora.

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Nos cinco dias da festa que marcou a chegada de 2018, os sistemas que compõem a rede de mobilidade da capital baiana transportaram 1 milhão de pessoas durante o Festival Virada Salvador. O titular da Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), Fábio Mota, avalia como positiva a atuação dos serviços de Transporte Coletivo de Passageiros por Ônibus (STCO) e de Transporte Especial Complementar (STEC), além da ação de taxistas e mototaxistas.

Agora regulamentados pela Prefeitura, os motociclistas passam a integrar o leque de opções de deslocamento dos foliões durante as festas populares da cidade. "O resultado é bastante positivo, dentro daquilo que esperávamos em relação à utilização de todos os modais. Vale atenção especial para os mototaxistas, que fizeram um ótimo trabalho, de forma ordeira e padronizada, garantindo a mobilidade segura das pessoas que frequentaram a festa nestes cinco dias", afirma Mota.

Atuação - Somente na noite da virada, o sistema de transporte contou com frota especial para o evento. Foram 700 veículos distribuídos em 43 linhas, que operaram de forma incessante durante 24 horas, sendo responsáveis pelo transporte de 280 mil pessoas entre o dia 31 de dezembro de 2017 e 1º de janeiro de 2018.

Em relação aos táxis, a oferta de veículos para o evento também supriu a demanda que se apresentou durante a festa. Com operação especial iniciada às 18h, a frota contou com quatro mil táxis nos dois pontos monitorados pela Prefeitura, e atendeu cerca de oito mil passageiros na região.

Novidade para o Festival Virada Salvador e com atuação já confirmada para o Carnaval, 700 mototáxis foram responsáveis pelo transporte em segurança de cerca de cinco mil pessoas apenas na virada do ano.

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Dois milhões de pessoas em cinco dias de Festival Virada Salvador. Esse é o número de pessoas que circularam pela Arena Daniela Mercury, na Orla da Boca do Rio, para celebrar a chegada de 2018 com bons fluidos. E nada melhor do que agradecer pelo ano que passou e saudar o próximo que se inicia bem pertinho do mar. Por esse e outros motivos, a Empresa Salvador Turismo (Saltur) comemora o sucesso da festa, com resultados positivos sobretudo para a economia da cidade, que alcançou quase 100% de ocupação hoteleira nesse período de virada de ano.

Em entrevista coletiva à imprensa, o presidente da Saltur, Isaac Edington, afirmou que a Orla da Boca do Rio será mantida como local para recepcionar a festa de réveillon exatamente porque atende às demandas de um evento de grande porte como esse, facilitando, por exemplo, as revistas que garantem maior segurança no interior da festa, e a mobilidade, dando conforto ao público. “Esse é um evento que atua como fator importante de promoção da cidade, movimentando toda a economia. E é uma atividade que tem tudo a ver com o DNA da cidade”, avaliou Edington.

“Temos um espaço de 55 metros quadrados, com acessibilidade à praia, o que é algo bacana para uma festa de virada de ano. Foram 70 horas de música 35 atrações, e é necessário destacar o peso dessas atrações nacionais e locais, com espaço para as novas gerações, numa grande mistura de ritmos e tendências musicais. Isso sem contar com a 36ª atração, que foi a roda-gigante, que saiu do Rock in Rio e veio direto pra cá, além da tirolesa, Espaço Kids, Espaço de Convivência, Vila Pelô, tudo com muita harmonia”, destacou Edington.

Outras atrações – E nem só de música viveu o público do Festival Virada Salvador. Atrativos como a roda gigante, como destacou o próprio presidente da Saltur, e a tirolesa, por exemplo, contribuíram para o sucesso da festa. A roda gigante, por exemplo, foi responsável por levar diversão a cerca de 10 mil pessoas por dia, e a tirolesa garantiu o frio na barriga de aproximadamente 700. Os paladares mais exigentes puderam contar com os Food Trucks, que garantiram o “rango” de cerca de 30 mil pessoas – melhor resultado das últimas três viradas para o segmento. Os estandes da Feira Criativa terminaram todos os dias de festa quase sem produtos para vender.

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