Carnaval

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Responsáveis por contar o dia a dia de Salvador de uma maneira especial, influenciadores digitais foram à Casa do Carnaval, nesta quarta-feira (7), para conferir de perto o acervo que narra a história da folia baiana. Com humoristas como Leandro Rocha, 26 (o Leozito), Tiago Silva, 25, (o Tiago Banha) e Paulo Cezar, do perfil Frases de Baiano, a brincadeira foi garantida.

Houve quem jurasse ter medo das caretas de Maragogipe espalhadas pelo museu e quem brincasse até com as peças de cerâmica em exposição. Ao longo da visita não faltaram memes. “Esperava muito conhecer o espaço, porque conta a história do Carnaval. O local é incrível e ainda vai render muita frase bacana para o nosso perfil”, disse Paulo Cesar, cujo perfil do Instagram, @frasesdebaiano, reúne 44.100 seguidores.  

Para Lauriana Moraes, 36, uma das integrantes do perfil @seessarua_fosseminha, a visita superou as expectativas. “Achei tudo muito bonito, muito colorido. É muito mais do que eu esperava. Me surpreendeu de verdade”. Em parceria com Ive Deonísio, ela prometeu divulgar belas fotos do espaço no perfil, que contem dicas de passeios, gastronomia e poesia.

Entre os influenciadores, houve um casal com uma história especial, com total relação com o museu. Donos do site e perfil de redes sociais @daquidesalvador, Déborah Fontes, 40, e Alan Fontes, 42, se conheceram em pleno Carnaval de 2002 e desde então não se separaram mais. “A festa foi algo muito marcante. Por isso, reviver e conhecer a história da festa tem um sentido especial para nós. Sem falar que esse foi um ambiente muito bem pensado. O Carnaval é um patrimônio brasileiro. Por isso, precisávamos ter dentro da cidade um local onde pudéssemos ouvir a história. A casa está fantástica.”, afirmou Déborah.

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Apesar dos dias oficias de folia carnavalesca já terem encerrado em Salvador, uma turma muito irreverente aproveitou a tarde desta quinta-feira (22), no Centro Dia da Prefeitura voltado para atender crianças com microcefalia e deficiências associadas, no Parque Bela Vista, para curtir um baile especial. A garotada, acompanhada dos pais, se fantasiou de princesa, pirata, Mulher Maravilha e até Mickey para brincar uma ressaca de Carnaval. Mais de 50 crianças marcaram presença.

Moradora do bairro de Sete de Abril, Monique Bispo dos Santos compareceu à festa acompanhada do filho Tiago, de apenas dois anos. Como descontração, ela participou das atividades do evento e desfilou para o púbico presente arrancando aplausos da plateia de amigos. “Estamos nos divertindo muito. Uma atividade dessa é boa porque tira a gente da rotina de médicos e fisioterapia. Não levei Tiago para o Carnaval, mas agora estamos curtindo aqui. Isso nos deixa muito feliz”, explicou, emocionada.

De acordo com a coordenadora do Centro Dia, Jacineide Batista, essa festa possui uma simbologia muito forte tanto para as crianças e familiares quanto para toda a equipe multiprofissional que atua no espaço. Dentre as atividades que ocorreram na ressaca carnavalesca estão: desfile de fantasias infantis e de mães e pais - como forma de valorizar e levantar a autoestima da família -, dinâmicas em grupo, aula de dança e recreação.

“Quando fizemos o planejamento anual não colocamos na programação uma festa de Carnaval. Preferimos uma ressaca da festa, para que as mães pudessem vir participar. Essa é uma atividade para que as mães possam estar presentes utilizando o espaço junto com os seus filhos. Um momento como esse promove alegria, as crianças gostam de cantar e dançar e as mães se divertem junto com eles. Cada um aproveita de uma maneira”, avaliou Jacineide.

Atendimento às famílias – Inaugurado em dezembro, o Centro Dia reúne uma equipe composta por coordenador, assistente social, psicólogo, terapeuta ocupacional, cuidadores e auxiliares, que se dedicam a atenção exclusiva às crianças com microcefalia, doenças associadas e seus familiares. São atendidas preferencialmente na unidade aquelas com idade entre 0 e 6 anos, para quem as sequelas da malformação congênita sejam reduzidas.

Dotado de salas diversas, recepção, refeitório e banheiros adaptados, o Centro Dia funciona de segunda à sexta-feira, das 8h às 18h, com capacidade para atender até 150 usuários por mês. Para contar com o benefício, as famílias precisam estar inseridas no Cadastro Único do governo Federal e serem beneficiárias do Benefício por Prestação Continuada da Lei Orgânica de Assistência Social (BPC/LOAS).

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Era o ano de 1979 quando o Camaleão desfilava pela primeira vez na avenida. De lá para cá, lá se vão 40 carnavais. E é justamente em comemoração a essa passagem, que a Casa do Carnaval recebe este mês a exposição temporária dos 40 carnavais do bloco, que exibe, ano a ano, momentos marcantes da entidade carnavalesca. Ao todo, 21 totens expõem fotografias das fantasias e de momentos marcantes do desfile do Camaleão, representados tanto por imagens panorâmicas do bloco como por detalhes dos foliões.

A exposição conta com a curadoria de Pedrinho da Rocha, artista plástico que cria os abadás do Camaleão há mais de 20 anos. A exibição permaneceu por 30 dias no Shopping da Bahia, período em que recebeu em torno de 60 mil visitantes, e desde a última segunda-feira (19) ganhou um contexto especial na Casa do Carnaval, museu inaugurado em fevereiro, no Centro Histórico de Salvador, que conta com adereços, fantasias, livros, esculturas, além de recursos interativos que proporcionam uma experiência viva da maior festa de rua do planeta.

“Essa é a primeira exposição temporária da Casa do Carnaval, que pode, inclusive, servir de espelho para outras. É uma atração interessante porque dá dinâmica aos museus, permite que o visitante que vai em um período veja coisas diferentes de quem vai em outro momento, por isso, casou bem. A exposição ficou bonita, tem Maria Nery como produtora e a gente espera que muita gente vá ao museu para conferi-la, juntamente com as demais peças que compõem o espaço”, diz Joaquim Nery, um dos fundadores e atual diretor do bloco.

A Casa do Carnaval está localizada entre a Praça da Sé e o Terreiro de Jesus, ao lado do Plano Inclinado Gonçalves, no Pelourinho. Para ter acesso ao espaço nesse primeiro mês de teste, é preciso realizar agendamento prévio por meio do telefone 71 3324-6760. As visitas agendadas e gratuitas nesse primeiro mês são realizadas nos horários das 11h, 14h30, 15h, 16h30 e 17h, de terça a domingo. Em março, será cobrada uma taxa de R$ 50 (inteira), e o funcionamento será de terça a domingo, das 11 às 19h. A partir de março, o agendamento será apenas para escolas e grupos acima de 15 pessoas.

História – O Camaleão surgiu a partir de uma conversa entre quatro amigos (três deles irmãos) numa barraca de cerveja, em 1978, ano anterior ao primeiro desfile. Nery conta que os blocos nesse período estavam relacionados a áreas ou entidades específicas, como bairro, faculdade ou escola. E esse foi um desafio para o grupo: criar um bloco plural, que nunca pertenceu a um local ou entidade específica, segundo Nery, um bloco da cidade.

O nome foi uma sugestão do artista plástico Bel Borba, um dos quatro amigos da “farra de criação”, ao ver as enormes iguanas que desfilavam soltas na Praça da Piedade à época. “A ideia inicial era fazer uma brincadeira: Cama-leão. Aquela ideia de um leão na cama, tanto que o primeiro adesivo que nós tínhamos do bloco era assim, com a grafia Cama-leão. Só no meio do ano que Bel Borba resolveu mudar, trabalhar o bicho camaleão, que tem tudo a ver com o carnaval, tem a história da mudança de cor e da adaptação. Isso acabou norteando o espírito do bloco ao longo desses anos”, conta Nery.

E foi Bel Borba quem criou as primeiras mortalhas do bloco, que também estão sendo exibidas na Casa do Carnaval. Há também as mortalhas da artística plástica Maria Adair, Carlinhos Lopes e Pedrinho da Rocha, que criou a maior parte de abadás e mortalhas. “O Camaleão é hoje um patrimônio da cidade e do Carnaval de Salvador. Nós conseguimos, durante esses 40 anos, mantê-lo em posição de destaque, como uma das alavancas do Carnaval da Bahia. O melhor de tudo isso é que a gente fica com o dever de continuar e esse desejo é cada vez mais forte”, finaliza Nery.

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Para evitar que o gramado de um dos principais cartões postais de Salvador sofresse danos no Carnaval, a Prefeitura, através da Secretaria de Cidade Sustentável e Inovação (Secis), cercou todo o entorno do Farol da Barra durante os dias de folia. Como resultado da ação, o gramado está intacto, o que possibilita que moradores e turistas possam usufruir da área verde saudável e ainda mais bonita.

Nesse período de resguardo do local, a Secis também realizou o plantio de novas placas de grama e adubação nas áreas onde se faziam necessárias a intervenções, além da manutenção preventiva no sistema de irrigação local. “Essa preservação no período do Carnaval foi uma ação muito importante, porque evitou o pisoteio e possibilitou a oportunidade de manutenção, fazendo com que a área esteja mais preparada para enfrentar a movimentação da alta estação", explicou o secretário André Fraga.

Novo gramado – O novo gramado é parte integrante da ação de requalificação do entorno do Farol da Barra, entregue pela Prefeitura em dezembro do ano passado. Foram substituídos 2,4 mil metros quadrados de grama da espécie Esmeralda, que se adapta bem ao solo e clima soteropolitanos.

A grama é regada de forma eletrônica e programada, e, quando chove, não há desperdício de água. O solo foi rebaixado cerca de 40 centímetros, recebeu adubo e terra vegetal para estar apto ao replantio. Também foi construída uma nova calçada no centro do gramado e mirante na parte traseira do Farol para contemplação.

Além do gramado, as intervenções abrangeram ainda recomposição de pedras portuguesas, guarda-corpos em aço inox, acessibilidade (o mirante tem degraus para as pessoas sentarem) e nova iluminação cênica. O investimento foi de, aproximadamente, R$ 800 mil.

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Os 269 pacientes identificados com doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) durante o Carnaval de Salvador já foram encaminhados para tratamento nas unidades do Serviço de Assistência Especializada Dendezeiros (SAE) e do Serviço Municipal de Assistência Especializada (Semae) Liberdade. A detecção dos casos foi feita através do projeto federal Fique Sabendo, desenvolvido na cidade pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Nas unidades especializadas, os pacientes são acompanhados por equipes multidisciplinares formadas por médicos infectologistas, hepatologistas, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros especializados, dentre outros profissionais de saúde. A rede disponibiliza medicamentos de forma gratuita, incluindo o coquetel retroviral para pacientes com HIV. Durante todo ano, as 126 unidades básicas do município realizam os testes rápidos de segunda a sexta-feira (exceto feriado), das 8h às 17h.

Balanço e estrutura – Durante os dias de folia na cidade, a SMS realizou o projeto Fique Sabendo em dois postos instalados próximo aos circuitos Dodô e Osmar: um no Multicentro Carlos Gomes, no Centro, e outro na Rua Dias D'Ávila, próximo ao Farol da Barra. Os foliões que participaram da iniciativa se submetiam a um teste rápido para detecção das DSTs.

Foram 7 mil exames realizados, sendo que 23 tiveram resultados positivos para hepatites, 40 para HIV e 206 para sífilis. No ano passado, o Fique Sabendo resultou em cerca de 6,9 mil testes rápidos, com 42 diagnósticos positivos para HIV.

Prevenção – Seja antes, durante ou depois do Carnaval, a principal forma de prevenção às DSTs é a prática do sexo seguro. Um instrumento capaz de reduzir consideravelmente as chances de contaminação através da relação sexual é o uso da camisinha. Os postos de saúde do município distribuem gratuitamente preservativos masculinos e femininos.

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Apesar do aumento de casos nesse período, a doença é de fácil tratamento, tendo apenas que ser diagnosticada corretamente

As mudanças climáticas no período do verão - ora sol, ora chuva - propiciam a proliferação dos vírus de fácil disseminação, como os causadores da conjuntivite. A higienização das mãos é a principal forma de prevenção da doença, assim como o cuidado com a higiene no geral, evitando, por exemplo, o compartilhamento de objetos pessoais. No Carnaval, com a aglomeração de pessoas, esse contágio acaba sendo facilitado. É importante que as pessoas com sintomas procurem atendimento especializado para diagnóstico correto, já que a conjuntivite pode ser do tipo viral, bacteriana ou alérgica.

Durante a folia, os módulos de assistência à saúde registraram 191 casos de conjuntivite, nos circuitos oficias, número bastante superior ao ano passado, quando apenas 17 foliões apresentaram esse quadro clínico. De acordo com a oftalmologista da rede municipal, Edriene Teixeira, as altas temperaturas do verão levam as pessoas a passarem mais as mãos no rosto, mas é importante que a ação seja feita após assepsia, evitando levar sujeiras que podem ocasionar irritação ocular.

Outro fator que pode acarretar no desenvolvimento da conjuntivite é o uso incorreto de maquiagens e pequenos objetos, como glitter e purpurina, bastante utilizados no Carnaval. "Quando há ocorrência de corpo estranho nos olhos, as reações mais comuns são vermelhidão, ardor e desconforto, que, se não forem cuidados devidamente, podem provocar o agravamento da doença", aponta Edriene Teixeira. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) está realizando buscas ativas nas unidades fixas, a fim de monitorar os casos, orientando devidamente os pacientes diagnosticados.

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A Coordenadoria de Proteção e Defesa do Consumidor (Codecon), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), realizou 1.914 ações entre notificações, infrações, vistorias e atendimentos ao consumidor durante o Carnaval 2018. O número equivale a um aumento de 34% em relação à folia momesca do ano passado. A operação teve o intuito de inibir irregularidades e o descumprimento de normas.

As principais irregularidades encontradas foram ausência de placa antifumo, produtos com prazo de validade vencido e ausência de etiqueta nas mercadorias. De acordo com o diretor da Codecon, Alexandre Lopes, o órgão teve um crescimento operacional significativo neste ano. “O aumento foi por conta da estratégia adotada pela equipe. Intensificamos as ações nas principais áreas dos circuitos. Com isso, alcançamos um maior número de estabelecimentos e, consequentemente, levamos mais segurança para o consumidor”.

A operação de fiscalização para o Carnaval 2018 começou no dia 8 de fevereiro e foi encerrada na Quarta-feira de Cinzas (14). Na terça-feira (13), último dia de Carnaval, a Codecon realizou 73 vistorias em estabelecimentos, não encontrando irregularidades, e foram expedidas 13 notificações e um auto de infração. Além disso, foram realizados 16 atendimentos no Balcão do Consumidor, localizado na Praça Municipal.

Com um caráter educativo e fiscalizador, a operação Carnaval foi realizada por 35 colaboradores do órgão, nos circuitos Batatinha (Pelourinho), Dodô (Barra/Ondina) e Osmar (Campo Grande), além do Balcão do Consumidor.

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A chegada dos foliões ao circuito Barra-Ondina, no Carnaval deste ano, foi 18,25% mais rápida que em 2017. Um estudo realizado pelo Núcleo de Operação Assistida (NOA) da Transalvador analisou, em tempo real, a velocidade média atingida pelos veículos que trafegaram no entorno dos circuitos, entre 19h de quinta-feira (08) e a madrugada desta Quarta-feira de Cinzas (14).

O superintendente Fabrizzio Muller explica que o comportamento do trânsito não é mais avaliado de forma amadora. “Hoje, podemos contar com um instrumento de medição precisa, não fazemos trânsito com base no sentimento”, disse. “Os dados do NOA também são cruzados com dados coletados por equipamentos eletrônicos que aferem, entre outros, velocidade, aceleração e frenagem dos ônibus, cedidos pela Secretaria de Mobilidade (Semob)”, complementou.

Para medir a velocidade de chegada ao circuito Barra-Ondina, três importantes trechos foram considerados: a via que margeia o Dique do Tororó sentido Estação da Lapa (Av. Presidente Costa e Silva); da rótula dos Barris (Praça João Mangabeira) até a Av. Centenário, sob o viaduto da Ladeira do Campo Santo; e desse ponto às imediações Shopping Barra.

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O prefeito ACM Neto anunciou, nesta Quarta-Feira de Cinzas (14), que será realizado um estudo pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult) sobre ocupação de novos espaços públicos para o Carnaval. Essa preocupação, de acordo com o prefeito, vem exatamente da nova realidade observada na folia deste ano, que registrou um número maior de pessoas nas ruas a partir do fortalecimento das atrações sem cordas. Uma das possibilidades estudadas é do da criação de novos espaços, disse ACM Neto, em coletiva de balanço realizada na manhã de hoje (14), no Campo Grande.

“Queremos avaliar, nesse estudo, quais os movimentos futuros para o Carnaval de Salvador. No passado, tínhamos apenas o circuito do Centro, depois foi dividido também para a Barra, que, posteriormente, passou a concentrar grande parte dos foliões. Agora, no entanto, voltamos a observar um equilíbrio entre os dois locais por conta do estímulo aos desfiles sem cordas. Isso não quer dizer que os resultados desse estudo sejam implementados num curto prazo, mas precisamos levar em conta essa nova realidade com o crescimento da pipoca”, observou ACM Neto.

Nesse ano, cerca de 1,8 milhão de pessoas curtiram a pipoca diariamente no Carnaval, com destaque para o domingo, a segunda e a terça-feiras no Circuito Osmar (Centro), que passou, ao longo dos últimos anos, por um esvaziamento em decorrência da preferência de grande parte dos blocos comerciais pelo Circuito Dodô (Barra-Ondina). “Certamente, a pipoca é o destaque principal deste Carnaval. Esse não é um movimento contra ninguém; é um movimento a favor da vontade das pessoas. Esse movimento é, inclusive, um elemento de comemoração do que foi planejado para este ano”, destacou o prefeito.

Próximos Carnavais – Entre os pontos positivos desta festa, que serão aperfeiçoados para os próximos anos, destaque para o Carnaval Náutico, que poderá ganhar mais um dia. Neste ano, a festa realizada no mar da Baía de Todos-os-Santos ocorreu apenas no domingo, e a ideia, segundo o prefeito, é estender também para o sábado de Carnaval, reforçando uma estratégia turística voltada àqueles que desejam experiências diferenciadas da folia, potencializando novos espaços pela cidade, fora dos circuitos oficiais.

Entre outros ajustes que devem ser realizados para a festa do próximo ano está o esquema de serviços planejados para o Pipoco, um dos eventos de pré-Carnaval realizados na Barra – ao lado do Furdunço e do Fuzuê, movimentos já consolidados. O prefeito destacou que havia uma estimativa de público abaixo do que foi registrado na festa realizada na terça-feira, antes da abertura oficial do Carnaval, e, por esse motivo, será necessário planejar uma nova formatação dos serviços públicos para o evento.

Números – Foram, no total, quase 1,2 mil horas de música e muitas novidades, como o primeiro Carnaval Náutico, que aconteceu na Baía de Todos-os-Santos, com um público de 1,5 mil pessoas e 150 embarcações. O projeto Pôr do Sol, na Praça Castro Alves, que esse ano aconteceu durante três dias, com shows gratuitos em cima do trio de nomes como Moraes Moreira, Baby do Brasil e Armandinho, mobilizou 50 mil foliões por dia.

Quando o assunto é economia, o Carnaval de Salvador foi outro sucesso. Cerca de R$1,7 bilhão foram movimentados na cidade, que recebeu quase 800 mil turistas. A rede hoteleira bateu recordes de ocupação, o que é um indicativo importante do êxito econômico da folia. A média de ocupação chegou a 93%, segundo estimativa da Federação Baiana de Hospedagem e Alimentação (FeBHA). O melhor dia de aluguel de leitos foi registrado entre o último domingo e a segunda-feira, quando a taxa alcançou 96%. Foi a melhor ocupação entre todas as capitais do Brasil.

Durante o período carnavalesco, os turistas nacionais chegam a desembolsar cerca de R$ 4,9 mil, enquanto que os baianos costumam gastar cerca de R$ 1,7 mil e os estrangeiros, R$ 3,5 mil. Estes dados são baseados em pesquisa de análise de perfil dos turistas, realizada pela Prefeitura. Pelo aeroporto, chegaram quase 77 mil turistas, contra aproximadamente 71 mil da folia do ano passado (entre 8 e 13 de fevereiro). Pelo porto foram 32 mil. E, pela rodoviária, a estimativa é de 82 mil passageiros, contra 78 mil de 2017.

Clima de paz – Outro dado importante é a redução da violência na festa. Os módulos assistenciais à saúde montados pela Prefeitura nos circuitos do Carnaval contabilizaram 4.953 atendimentos, número 3,5% menor que a folia momesca do ano passado. A redução dos casos de violência foi um dos principais motivos da queda significativa das ocorrências registradas durante toda a festa. Esse clima de paz é confirmado pelos números da Guarda Civil Municipal. Foram contabilizados 477 atendimentos, o que representou uma redução de 45,6% em relação ao ano passado.

 

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